terça-feira, 7 de junho de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
Ficar ou pular fora???
* texto com participação da Psicóloga Rafaela Costa.
Embora muitos relacionamentos,
inclusive a maioria dos que eu já vivi, não durem mais de oito meses, parece
muito comum centralizarmos a culpa em uma das partes. Quando o relacionamento
começa a desmoronar, entre lágrmas, discussões, as vezes até mesmogritos e
brigas alguém certamente é severamente penalizado por esta relação não ter dado
certo, ou não ter correspondido as expectativas de ambos.
Uma das poucas afirmações que posso fazer é sobre a dificuldade que os
casais têm de se comunicarem – e nesse momento você deve estar lembrando das
milhares de DRs (discussões de relacionamento que vocês tiveram) – posso
garantir que realmente você deve se lembrar muito bem de tudo que você disse, a
grande questão é se você ouviu atentamente o que o seu parceiro (a) disse a
você, se conseguiu escutar suas justificativas e mais que isso se você aceitou
e compreendeu a situação. Quer um exemplo simples; quando você ouve “eu te amo”,
você realmente respondo “Eu te amo” porque ama mesmo, por sentir fluir esse
sentimento dentro de você?? Em grande parte dos casos quem fala é nosso
automático que só responde e quem o falou sem nem ao menos parar para escutar a
resposta. E isso influencia muito em nossa vida amorosa. Afinal não é fácil
escutar o que o outro tem a dizer.
Quando você começa um relacionamento é tudo lindo a experiência de estar
em contato com outra pessoa podendo abrir o coração é deveras acalentadora,
porém desabituados a compartilhar nossa vida e com hábitos únicos e
particulares, começam as primeiras desavenças julgando comportamentos “certos”
ou “errados” para o estatus “Em um relacionamento”.
A primeira concepção importante é que não há certo ou errado para se
relacionar e sim, o trabalho árduo de adaptação dos costumes um do outro, como
o que cada um gosta de fazer vai complementar essa relação e não desgastá-la um
dos mecanismos mais seguros de fazer esse trabalho é através da conversa
sincera, onde cada um expõe ao seu parceiro o que realmente gosta e como isso
pode melhorar o relacionamento, afinal de contas vamos quebrar o conceito de
que o outro é “minha propriedade” ninguém é de ninguém, o que nós damos ao
nosso parceiro (a) é o compromisso, o comprometimento e o sentimento!
Por isso, independente de querer levar essa relação adiante ou pular
fora dela, a reflexão que deve ficar para ambas as partes se traduz na análise
dos pontos positivos do seu relacionamento veja o que vocês podem fazer um pelo
outro; tente imaginar a sua vida sem essa pessoa; converse, exponha todos os
seus motivos e mais do que isso ESCUTE o que ele (a) tem a dizer. Se depois
dessa avalanche de tentativas de conversas, de compreensão e de entendimento
vocês não conseguirem se acertar então o melhor talvez seja seguirem caminhos
diferentes, guardando os momentos bons de ambos e usando o que não foi tão
legal assim como mais um degrau na experiência de vida, afinal ninguém é
obrigado (a) a se magoar só para manter as aparências. Corra atrás da sua
felicidade e permita-se ser a melhor versão de você mesmo (a).
segunda-feira, 16 de maio de 2016
sexta-feira, 13 de maio de 2016
13 dicas para curtir uma noite a dois
É sexta-feira galera, mas não é um dia qualquer e sim uma sexta-feira 13 rsrsrs.... Ao contrário de muitas pessoas eu particularmente adoro uma sexta 13 pois ela sempre tem um ar especial e nada mais especial do que fazer um programinha a dois.
Que tal curtir o início do fim de semana bem acompanhado e fazendo coisas que não vão te custar muito?!?! Ligue para aquele crush, convide o (a) namorado (a) e vá se divertir. Separei 13 dicas para se curtir a dois. Vamos lá:
1. Um bom filme seguido de uma pipoca e brigadeiro, vale até maratona das séries favoritas dos dois;
2. Prepare um belo jantar. Se caso não quiser cozinhar peça uma pizza, comida chinesa. O que importar é passar um tempinho a dois;
3. Um passeio romântico pelo parque a luz da lua. Dependendo do parque quem sabe rola até um piquenique noturno;
4. Escolha um lugar alto da sua cidade, com uma bela vista para o pôr do sol, e leve seu amor de surpresa para ver este espetáculo da natureza juntinhos. Se quiser incrementar a brincadeira, basta vendar os olhos do seu par durante o caminho;
5. Tirem o videogame do armário e façam um torneio com jogos que possam ser jogados a dois. Anotem o placar em uma folha de papel e no final da noite elejam o vencedor;
6. Coloque aquela roupa favorita e saia para dançar com ele (a);
7. Arrume um ambiente bem aconchegante, com velas, cremes, aromatizantes e chame-o (a) para uma massagem;
8. Consulte a agenda cultural da sua cidade e encontre passeios, shows, exposição, peças teatrais para ir com seu amor;
9. Escolha o que seu parceiro (a) mais goste (ex: lingerie, algemas, chocolates, vinho, velas, aromatizantes, pétalas de rosas, enfim, use e abuse da criatividade) aluguem um quarto num hotel/motel e divirtam-se;
10. Escolha uma playlist, um bom vinho e fiquem agarradinhos de bobeira numa rede;
11. Façam algo ousado. Pegue o carro pare num lugar deserto e se amem sem se preocupar com nada;
12. Façam algo pela primeira vez;
13. Recrie a cena de um filme favorito do dois e torne a brincadeira um pouco mais picante.
Agora, você que está solteiro (a), aproveite a sexta-feira e caia na balada.... Chame os amigos e aproveitem bem o fim de semana, afinal se ainda não achou o amor da sua vida não perca a oportunidade de conhecer um, para você que rompeu ou que está sozinho um novo amigo (a), um novo companheiro (a) sempre é muito bem-vindo.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Um pouquinho da história...
“Ninguém vem ao mundo para viver sozinho.
” Aposto que todos já ouvimos essa frase... E ela é extremamente verdadeira.
Toda panela tem a sua “tampa”. Você já parou para pensar que até o momento em
que estou escrevendo o mundo possui cerca de 7.421.665.374 pessoas e se você
observar bem, sempre existe um alguém que possa ser a sua “tampa” nesses
bilhões de pessoas. O que não temos é uma certa paciência para encontrar essa
“tampa”.
Hoje somos muito privilegiados em
termos a liberdade de escolher e se encantar por quem quisermos, mas nem sempre
foi assim. Desde os tempos das cavernas o amor vem ditando regras e confundindo
os corações. Durante séculos os relacionamentos eram acordados entre as
famílias. Este acordo era sempre feito entre famílias de com a mesma classe
econômica, política e social. Não se podia ao menos pegar na mão, um simples
aceno com a cabeça vindo do rapaz era aceito por um breve e sorrateiro sorriso
por parte da dama.
Com o passar dos anos fomos
evoluindo o modo em que nos relacionávamos (ainda bem, rsrs), pois não somos
obrigados a encarar um relacionamento só para mostrar a sociedade e honrar os
bons costumes. Nos dias atuais rola sempre aquela paquera numa balada, uma
curtida no tinder ou um simples esbarrão na rua e até mesmo aquela olhada dentro do ônibus, isso
tudo facilita muito o entrosamento.
O relacionamento não foi feito
para ser ruim, para machucar ou ser um martírio e sim para ser vivido a dois de
modo que lhe traga segurança, admiração, romantismo e liberdade para que
possamos complementar a nossa vida e acrescentar um pouco mais de cor nos
nossos dias.
O amor nem sempre é um sentimento fácil de se lidar, mas quando você realmente o descobre você pode simplesmente mudar o mundo... Não tenha medo de se relacionar, afinal bilhões de pessoas no mundo e você teria muita sorte em achar a sua “tampa” de primeira...
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